capital de giro

Linhas de Crédito Especiais: Capital de Giro com taxa de 1% ao mês.

 

Para muitas empresas o capital de giro é um pesadelo. A resultante do cálculo errado do capital de giro acrescido dos prazos curtos oferecidos pelos bancos somado ao fato do prazo dessa linha ser muito curta, podem resultar em um cruel pesadelo.

Como todo empresário bem sabe, as linhas de crédito para empresas costumam não ser das mais amigáveis, para compor o capital de giro voce tem o limite do cheque especial, a conta garantida, o Giro propriamente dito,  e todas essas linhas tem algo em comum: Prazo máximo de 24 meses, e taxas de juros entre 2.5 e  10% ao Mês.

Quando você usa essas linhas de crédito, voce aumenta o endividamento ativo da sua empresa,  e isso te impede de ter limites maiores em outros bancos.

Isso pode ser um grande problema, porém agora temos a solução!

GIRO GARANTIDO:

O giro garantido é  o último capital de giro que sua empresa vai precisar!

A operação é estruturada usando um imóvel como garantia, e você pode levantar de cem mil até dois milhões de reais. A Corretora de empréstimos Ruston SF aprova essas linhas em todo o Brasil.

 

“Temos tido enorme sucesso operando essa linha, e salvamos várias empresas da beira da  falência”

 

Andre Ruston explica porque:

 

“O que nós fazemos é definir com o cliente o Giro necessário não para cobrir um incêndio, mas para que o empresário nunca mais precise de capital de giro. Fazemos isso corrigindo o desvio do Giro.”

 

Desvio do Capital de Giro

“O desvio do capital de giro se dá quando o ciclo de compra e venda não está definido no negócio do empresário. Quando ele não tem essa dimensão no seu negócio, quase sempre ele acredita que APENAS mais 10 ou 2o mil reais vão resolver o problema, mas o problema maior é que o Giro pode estar defasado em mais de 100 mil reais. Em resumo ele pega os 10 mil, depois pega 20, depois pega mais 30 mil e acaba o limite de crédito na praça por excesso de endividamento, e ainda faltam 4o mil reais para compor o capital de giro. Nesse interim ele sacrifica o negócio, paga os empréstimos mais eminentes, e começa a renovar esses empréstimos automaticamente…”

 

A saída:

“Quando o empresário está nessa situação, temos que aportar um capital suficiente para o empresário quitar as operações de curto prazo, e ainda sobrar o capital de giro necessário, nesse caso, 140 mil reais.”

 

O custo dessa operação nos cofres do empresário:

“Pode parecer um absurdo pegar mais dinheiro quando o problema é ter muitos empréstimos, mas na verdade o problema não é pegar capital, e problema real é a mistura PRAZO CURTO com TAXA ALTA. A capacidade de crédito de uma empresa não é medida pela quantia de dinheiro que o cliente aporta, e sim pela parcela mensal que ele paga.”

 

Para se ter uma idéia, quarenta mil reais a uma taxa de 3,4% ao mês, em vinte e quatro meses custam em média três mil reais, dependendo de outros acréscimos como correção e taxas bancárias. Já  140 mil reais, dependendo da estruturação da operação custariam em média dois mil e duzentos reais.

Questionado sobre o prazo, se é longo, esssa é a resposta do especialista:

“Essa operação é montada para ser quitada sem juros e a vista. A idéia é subsituir o custo de três mil mensais, que geram 40 mil, trocando-o por um custo de dois mil e duzentos que geram 140 mil. A ultima operação quita a primeira, de modo que o emprésario terá os 100 mil reais necessários para tocar seu negócio,e não terá mais os giros de curto prazo esmagando-o. Agora, esses 140 mil reais estão em 12o meses, o que parece um absurdo, porém o emprésario em um ano estará pagando de parcela mensal 1.800 reais, pois este empréstimo tem parcelas decrescentes, além disso, sobrarão no caixa dele, entre mil e dois mil reais  de custos reduzidos de juros, ou seja, em quatro anos o empréstimo estará quitado somente com a economia gerada.”

 

Como conseguir essa operação?

 

Segundo André Ruston,  fundador da corretora Ruston SF, essa operação pode ser contratada em seus escritórios, a corretora cuida do processo de calculos e definição do ciclo do giro, e do capital necessário, e ainda estrutura o pedido junto ao banco.

 

Fonte: Ruston SF Comunicação Interna – Compartilhe este post

 

 

 

 

 

 

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